Publicado por: eticademonstrada | 26 de fevereiro de 2012

Devaneio

Devaneio

Fôlego
tão mais profundo
à visão do seio desnudo.
Trôpego
sigo sua rota
tentando enxergar seu destino.
A roupa:
ao tirar amarrota…
Penso: há destino ou desatino?

Em transe
assumo o comando
que o instinto obedece.
Oferece,
sem hesitar ou temer,
à autoridade da tua voz em sussurros
o corpo
que não arrefece
embalado aos arrulhos e urros.

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